Maslow na Forbes: o impacto tangível dos benefícios corporativos na produtividade e bem-estar
Forbes Argentina publicou uma matéria onde Diego Boryszanski explica como cada peso investido em benefícios valorizados gera impacto concreto na produtividade e clima organizacional.

Nota publicada na Forbes Argentina em 6 de janeiro de 2025.
O impacto tangível dos benefícios corporativos: produtividade, fidelização e bem-estar
O mundo dos benefícios corporativos está passando por uma metamorfose. O que antes era uma ferramenta secundária para atrair talentos, hoje se posiciona como um pilar central da cultura organizacional. Essa mudança não é acidental, mas o reflexo de como as expectativas dos colaboradores evoluíram e de como as empresas, em um ambiente desafiador, devem se adaptar para sobreviver e prosperar.
"Historicamente, as empresas concediam benefícios de forma massiva, sem importar se os colaboradores realmente precisavam deles", diz Diego Boryszanski, CEO da Maslow, e acrescenta: "Isso gerava perdas milionárias por serviços subutilizados. Hoje, 87% dos trabalhadores preferem benefícios flexíveis". A plataforma da Maslow se alinha com essa tendência e oferece opções personalizadas e ajustadas às necessidades de cada colaborador.
O trabalho já não é apenas um meio de vida, mas uma extensão da identidade pessoal, e é aí que as empresas enfrentam o desafio de oferecer algo mais do que um salário. Luis Ariel Peralta Aliano, Chief Commercial Officer da Kuru, resume: "As empresas mais tecnológicas e digitalizadas têm maior propensão a desenvolver estratégias de benefícios porque entendem que não é apenas uma questão de salário, mas de experiência".
Sabrina Segui, Chief Commercial Officer da ¡appa!, analisa o impacto da tecnologia: "A digitalização permite gerenciar benefícios de forma mais eficiente e personalizada". Em organizações com maior presencialidade, benefícios como estacionamento ou almoços se tornam diferenciais-chave, enquanto em startups, o foco está na flexibilidade laboral. "Os benefícios já não são apenas uma lista de extras, mas uma declaração de intenções", acrescenta.
A mudança geracional
A entrada dos Millennials e da Gen Z no mercado de trabalho impôs novas regras. Essas gerações buscam muito mais do que um pacote padrão; demandam liberdade, flexibilidade e uma experiência que conecte com seus valores. Mariela Enrici, Chief Marketing Officer da Nubi, observa: "Essas gerações valorizam a possibilidade de escolher. O gaming, o entretenimento e o e-commerce estão ganhando espaço como opções preferidas".
Os números comprovam. Um relatório da Michael Page revela que 41% dos candidatos na Argentina priorizam o bem-estar pessoal acima da carreira profissional. "Não se adaptar a essas expectativas não é apenas um erro, é ficar fora do jogo", destaca Enrici.
Retorno de investimento mensurável
"Cada real investido em benefícios que os colaboradores realmente valorizam gera um impacto tangível na produtividade e no clima organizacional", destaca Boryszanski. "A Maslow trabalha com mais de 100 empresas em 25 países, ajudando-as a maximizar a eficiência de seus orçamentos destinados a benefícios".
As empresas que conseguem medir com precisão o retorno de investimento de seus benefícios descobrem padrões que redefinem suas prioridades. Indicadores como a diminuição da rotatividade de pessoal, o aumento nos níveis de satisfação e engajamento, e a melhora na produtividade são apenas alguns dos dados que podem transformar um plano de benefícios em uma vantagem competitiva.
Os benefícios corporativos são um reflexo de como as empresas entendem e valorizam aqueles que as compõem. Desenhá-los com inteligência e medir seu impacto não é apenas uma questão de eficiência, mas de visão. Conseguir isso não é um detalhe, é a diferença entre construir uma relação de trabalho superficial ou uma que perdure.